[Top 10] Os Piores filmes de terror de 2016

10. O Sono da Morte

 

Os sonhos de Cody (Jacob Tremblay) se tornam um pesadelo para qualquer família que ele fizer parte, pois ele está tomado por uma maldição. A história faz sentido, a atuação de Kate Boswort também é bem relevante, a apresentação dos personagens, ou seja o início do filme e o ato final é bom, a questão é o desenvolver da história que é arrastado e se você não se atentar quem acaba dormindo é você.

 

 

 

9. Cabana do Inferno

 

Eli Roth é um dos meus diretores favoritos por pregar uma certa insanidade no gênero do terror. Neste filme “Cabana do Inferno” ele não foi muito feliz em fazer um remake de seu próprio filme que foi um dos maiores sucessos da época, se a ideia dele foi aprimorar o original, infelizmente não deu certo, pois é um filme completamente dispensável e que conta com péssimas atuações.

 

 

 

8. Floresta Maldita

 

Duas irmãs gêmeas idênticas, a ponto de uma sentir o que a outra sente. Uma delas, vai à Floresta Aokigahara que realmente é conhecida por ter vários suicídios, ou seja, onde milhares vão para se matar. Porém, a questão que não fica muito claro, são as motivações que fizeram com que Jess “cometesse suicídio” e quando Sara vai à floresta no intuito de encontrar a sua irmã parece que o material não tem elementos suficientes para se desenvolver por mais que a Natalie Dormer se esforce com a sua atuação.

 

 

 

7. A Maldição da Floresta

 

Uma família se muda para Irlanda com um bebê recém-nascido motivados por questões de trabalho de Adam Hitch (Joseph Mawle) que não são bem explicadas, a única coisa que sabemos é que ele precisa ir à floresta para fazer sua pesquisa, contudo, segundo os moradores a entrada na floresta é proibida por causa de duendes, espíritos, ladrões de crianças, o ponto é que o roteiro não flui, faltam explicações, a película é muito escura construindo um terror genérico com sustos baratos.

 

 

 

6. Holidays

 

A palavra “Holidays” significa feriado em português, partindo disto, o filme se apropria de oito feriados que vão render oito contos dirigidos por nove diretores. É muita matemática né? Pois, bem o problema é que uns contos fazem muito sentido e outros não, parecem muitas ideias misturadas que resultam em uma produção ruim que poderia alongar um conto para transformar no longa ou fazer vários curtas com os melhores contos, mas, juntar tudo isso não ficou bom.

 

 

 

5. Pet

 

Uma obsessão por uma pessoa faz com ela aprisione para que tenha a sensação de ter controle sobre aquele alguém. Neste longa, existe uma inversão sobre a vítima e malfeitor, todavia, não parece bem montada. Fica claro que Dominic Monaghan tem um material com decisões forçadas, roteiro confuso e sem aprofundamento.

 

 

 

4. Satânico

 

Neste filme parecem querer unir vários recursos sobre “Satanismo”, ou não?! Até o meio do filme, nada acontece ficamos assistindo diálogos superficiais com jovens caricatos e péssimos atores com ressalva para Sarah Hyland que a única que se salva como atriz, mas, não neste filme. Faltou bastante suspense e cai em mais uma história clichê e mal trabalhada.

 

 

 

3. A Bruxa de Blair

 

Estava com muitas expectativas em torno do novo “A Bruxa de Blair”, no entanto, este não deveria sequer ter sido produzido apesar de ter tentando modernizar no uso câmeras novas e drones isso acaba causando uma modernização superficial. A produção se arrasta e a tensão que é proposta no trailer não passa daquilo e bate nas mesmas teclas do filme original sem acrescentar em nada.

 

 

 

2. O Boneco do Mal

 

Chucky é um boneco que em seus primeiros filmes aterroriza e muito, já a Annabelle causa um ar de tensão por ser uma boneca que foi um dos casos do casal Ed e Lorraine Warren. Aproveitando o barco, eis que surge “O Boneco do Mal” que era melhor nem ter surgido, a motivação do filme é ridícula, o boneco é apático, é um daqueles filmes em que você vai se arrepender por ter assistido, uma verdadeira perda de tempo que não assusta, não é bom em nenhum aspecto.

 

 

 

1. O Último Capítulo

 

A Netflix costuma fazer excelentes produções originais, contudo, não é o que acontece no “Último Capítulo” o filme que tem um roteiro mal construído e que não faz você entender muito bem o que está acontecendo na tela, a sensação que você tem é algo vai acontecer e não acontece, as cenas são desconexas, com o ritmo vagaroso e vai te apresentar nada com nada resultando no pior filme de terror do ano.

 

 

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Andreza Nunes
Nascida em Recife, jornalista por formação, adoro ensinar e trocar conhecimento. Acredito que o cinema é uma arte enriquecedora que pode promover reflexões, mudanças e propiciar a fuga da realidade.